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TESOURO NA NOITE

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A ribeira! Tesouro que a noite revela. Não me canso de olhar para ela! Água de outono Em cores de prata e ouro. Salta e corre agora, sem dono! Leito livre, murmuração. Poema inacabado. Feitiço, paixão!   MM Nov. 2022

QUEM TEM UM RIBEIRA

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Quem tem uma ribeira  a correr para uma cascata,  delicia-se...  Quando a vê cair pomposa, brilhante,  em chuva de prata!  Feita espuma ondulante, vai descendo, a seu bel-prazer triunfante! Nunca, nunca se detém. Á água é de todos  a ribeira de ninguém! MM Nov. 2022

BIODIVERSIDADE

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Maio é talvez o mais bonito mês do ano pela diversidade de flores, cores e aromas, mas é também o mês em que muito se fala de biodiversidade, por se comemorar a 22 de Maio o Dia Internacional da Biodiversidade E, ao olhar estas imagens, vejo como importante falar da natureza e de tudo quanto ela significa para a vida e bem-estar da humanidade.  A palavra biodiversidade só há poucos anos começou a entrar no nosso ouvido e refere-se às inúmeras espécies de seres vivos que habitam num ambiente. Em sentido mais amplo, o conceito de biodiversidade, alude à variedade de espécies existentes no planeta Terra. E estas imagens são uma pequena amostra da riqueza que existe à volta do Centro do Universo! Na verdade, todos conhecemos muitas destas maravilhas, e mesmo não sabendo os seus nomes botânicos, científicos ou populares admiramos a sua beleza, fragrâncias e todos os anos esperamos por elas.  O abandono das terras pelos mais diversos motivos, mas também pela falta de incentivos e c...

COM A RIBEIRA AOS PÉS

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 Assim, literalmente!  É só escolher o melhor recanto...  Pôr os pés na água e refrescar... Ou, então, ouvir apenas murmúrio das águas  E desfrutar o momento!

O "MAR" VERDE

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É assim na serrania à volta da aldeia de Ribeira, semeada entre a Serra do Açor e a Serra da Estrela. Um "mar" verde que dá gosto olhar, e à espera que alguém lhe dê o justo valor.  A terra, em socalcos, onde se pratica ainda alguma agricultura de subsistência, já não tem a dimensão de outrora.  Quase não há rebanhos. E os pequenos palheiros de xisto que abrigavam animais e pessoas, e eram o grande apoio destas lides do campo, jazem hoje destelhados e abandonados... Mas, quando se olha este manto tão verde a circundar a serra, se sente o aroma de toda a vegetação onde predomina o pinheiro bravo e se respira este ar único, é simplesmente sublime! Viver aqui é, sem dúvida, um acto de coragem e cidadania, que merecia uma justa recompensa pelo trabalho de manter estes recantos, que contribuem para um ambiente mais saudável de que todos beneficiamos.