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AS PORTAS DA CIDADE

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Tantas imagens queria ter publicado até ao mês de Setembro, todas em atraso já desde o ano passado, mas tem sido impossível. Os meus dias lembram-me o trava-língua  «O tempo perguntou ao tempo quanto tempo o tempo tem. O tempo respondeu ao tempo, que o tempo tem tanto tempo, quanto tempo o tempo tem.» Assim vou continuar fora de tempo, já com o tempo mais avançado, mas seja qual for o tempo  imagens dos Açores - que tive o grato prazer de visitar em Junho de 2024 - nunca estão fora de tempo pelo encantamento  Passear na cidade de Ponta Delgada é uma "viagem" a uma arquitectura que me encanta e onde "podia perder", facilmente, horas e dias só a olhar as Portas da Cidade, as belas Igrejas, o mar e tanto que me prende o olhar.  Talvez um dia possa voltar nem que seja de novo à ilha de São Miguel, ou não fosse ele o meu Anjo de eleição! Fica o desejo! 

O MAR

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O mar de qualquer lugar É profundo, desconhecido, infinito. Sonho e desejo louco de liberdade De um homem soltar amarras num só grito. O mar é tantas vezes raiva e maldição. Solidão, desespero, má sorte... Insalubre, lúgubre, doentio.  Destino sombrio e túmulo de morte. Quem compreenderá o mar Se nele há tanto mistério no formar de cada onda De tão doce marulhar ou na fúria que escoa a rebentar? Indomável, às vezes sereno, vagueia na maresia. A noite a ele se alia, talvez o proteja e esconda... Para recomeçar, em exuberância, à luz do dia! "Poemas Incompletos" Mariita Agosto 2025