NÃO HÁ SÓ PEDRAS, MAS VIDAS !
Nunca me custou tanto fazer este caminho como no dia em que aqui aqui estive no dia 3 de Outubro de 2025 para ver os estragos dos incêndio de 10 de Agosto. De alma amargurada, ainda assim, esperava um milagre. E, por um breve momento renascia uma certa esperança pois ao olhar este ângulo do palheiro até parece quase direito, embora já tivesse visto lá de longe que não tinha o telhado, mas nada fazia prever o que iria encontrar. Sufoquei! Não queria ver! Como era possível? Afinal outros incêndios grandes aqui lavraram e pouparam sempre esta minha memória dão doce. Infelizmente, desta vez, tudo se perdeu nas vorazes labaredas de um fogo dantesco como nunca tinha havido. A barra da cama que foi de meus pais quando se casaram e meu pai tinha trazido para aqui. Logo na altura aborreci-me com ele porque tinha outras barras lá por casa sem este valor estimativo e muito menos bonitas... mas ideia dele foi esta e aqui termina, assim desta forma tão inglória - se entretanto não ...