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HOMENAGEM NESTE DIA MUNDIAL DO LIVRO

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Aos ESCRITORES e POETAS da minha terra, para que continuem a escrever e a publicar os seus livros, levando conhecimento e saber a todos os que o quiserem ter. Mas, neste dia que falamos de escritores e poetas, creio que a melhor homenagem era, se possível, ter na terra que os viu nascer uma Biblioteca/Galeria/Museu - porque há também pintores e artesãos de outras artes - onde constassem as obras de todos e pudesse ser ponto de encontro de tertúlias e exposições. Uma aldeia pobre, encravada na serrania, ainda com recantos onde o xisto brilha, é ditosa pelos filhos que tem, a cantam em praticamente todas as parte do mundo e mereciam mais reconhecimento. Que um dia possam nascer vontades que agreguem toda a nossa cultura, a preservem para que possa chegar ao conhecimento das gerações futuras. 

O PRIMEIRO LIVRO QUE LI

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Foi este e nunca o esqueci! É por isso de elementar justiça que agradeça à minha querida amiga Maria Manuela Nunes de Sousa que em Vila da Ponte, Angola, aos 12 anos, me emprestou o “vento do Oriente vento do Ocidente” ainda que não fosse bem para minha idade. Mas como eu era uma miúda ajuizada (dizia ela…!!) e acompanhava a minha leitura podia ser… É que ali já não tinha as histórias da minha avó Ana, e depois dos livros da escola, dos “pica-paus” - uma revista infantil que meu pai coleccionou ao longo dos anos em que esperou autorização para a minha mãe e eu a ele nos juntarmos -, dos livros de cowboys e quadradinhos (BD) que ia comprando em 2ª mão, com uns tostões que surripiava das compras que a minha mãe mandada fazer, não tinha mais nada para ler e havia tanto que eu queria saber! O meu pai dizia: Lê! Se hoje não perceberes amanhã logo se vê, mal é que não te vai fazer. Ao que a minha mãe retorquia: Raio, tanto que fazer e ela sempre ler! Isso ainda vai dar cabo da...