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OUTONANDO E PENSANDO 🍂🍁🍂

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Os dias a correr sem dó nem piedade e o meu tempo a esgotar-se enquanto mil ideias fervilham na minha cabeça sem conseguir alinha-las em escrita bonita e perfeita para aqui deixar como recordação deste Outono dourado que, não tarda, é passado! Regresso mais uma vez a casa, à terra, à raiz e o Outono encanta-me nas múltiplas cores de que toda a natureza se reveste com árvores e arbustos de folha perene que se mantêm quase inalteráveis, mas outras desnudam-se lentamente e as folhas brincam ao vento, rodopiam se há vendaval e tentam esconder-se em cantos abrigados, ou ficam agarradas umas às outras no chão onde fazem tapetes como se ali fosse passar uma procissão. Nos dias sem chuva ou nevoeiro, o céu é azul e de tão intensa luminosidade que fico a olhar à minha volta. Admiro os castanheiros que ainda resistem, árvore frondosa que escolho para ilustrar estas palavras, mas por ali ainda algumas oliveiras, os encantadores medronheiros, o verde pinheiral e tento reter para sempre cada imagem...

A NESPEREIRA EM FLOR

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Surpreendentemente verde e florida é maravilhosa esta nespereira ainda pequena, mas que ano a ano se tem vido a desenvolver, embora sem a atenção que merecia.  Porém, este deve ser mais um ano em que a magia acaba aqui!  Sem uma presença mais assídua que possa guardar a árvore da secura, a flor cai e, consequentemente, não haverá fruto. É pena! 

JÁ LÁ VAI O TEMPO DAS VINDIMAS

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É verdade que as vindimas já passaram, porém, hoje, apeteceu-me "olhar para trás" e deixar aqui as imagens do pequeno "mimo" com que as videiras da Giesteira este ano fizeram a gentileza de nos presentear.  O tempo foi particularmente agreste pela falta de chuva, mas as videiras resistiram e as uvas eram doces e bem doces, com aquele sabor verdadeiro da uva ao natural. Uma maravilha!  A chuva que caiu, de certa forma já fora de tempo, quase as estragava todas, mas ainda fomos a tempo de salvar uns quantos cachos.    Abençoada natureza por tudo quanto nos dá e de que às vezes nem somos merecedores, porque a deixamos só e ao abandono a maior parte do tempo.  Ficam algumas das belas imagens da pequena "produção" deste ano, de cachos negros alinhados e pendurados de uma forma única, bela e perfeita! Um dia, quando eu já não puder admirar estas paredes de xisto enfeitadas de videiras, terei estas e outras imagens que me farão companhia e, espero, não me deixem ...

OUTUBRO ADENTRO

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É cobre, ouro e prata. Cores mais que perfeitas. Em videiras altaneiras. Vaidosas do seu legado.  O puro néctar dos deuses! A natureza viva e morta... É simplesmente formosa!

UVAS, LINDAS UVAS

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Diz quem sabe destas coisas  Que uvas brancas são ouro. Mas eu digo: que as tintas Completam o tesouro! Imagem maravilhosa De belas uvas para cortar Com amor e delicadeza E não sem antes as provar! E a nossa pedra de xisto Que à videira serve esteio  Ali está como outrora A ampara-la sem receio. Que eu veja enquanto for viva Esta imagem abençoada Da pequena vinha que resiste E por meu pai foi plantada! MM Novembro 2020