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O OUTONO QUE SE ESVAI

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 Por ai e sem sem palavras!

CAMINHOS DA SERRA

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Que Maio floriu, e  em cada curva se viu! Urze, carqueja e giesta, serra em festa! Torres ladeiam o caminho, futuro ou desalinho? Há pedras lavradas, em amor e dor gravadas! Curva de má sorte, a quem aqui encontrou a morte! Ao fundo brilha a Estrela, e não me canso de vê-la! A vida, o caminho, feito tantas vezes sozinho! Aqui me encontro... Também aqui me despeço! E nada mais peço... Apenas o regresso!

MEU JANEIRO ”VIDRADO”

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Diz o provérbio que: "Janeiro geoso traz um ano formoso". E, não sendo eu entendida em agricultura, noutro tempo ouvia dizer que os campos beneficiam da modorra criada pelo frio e esta fina água do sincelo (gelo) vai direitinha para as entranhas da terra mantendo húmida por mais tempo. Janeiro é também o mês que recordo do tempo de criança pelo "cramelo" (caramelo ou gelo) pendurado das fragas em estranhas mas bonitas figuras transparentes, e da geada que não derretia nas avesseiras dos caminhos tornando-os ainda mais perigosos.  Uma das brincadeiras desta altura era pisar as poças de água para ouvir aquele som tão característico do "vidro" a partir, pegar depois nos pedaços e brincar com eles até derreterem, ou atirá-los a algum dos colegas de brincadeira. O reverso da medalha desta brincadeira inocente eram as frieiras! O frio intenso era propício às lesões na pele das mãos, e muitas vezes os que ajudavam a família nas lides do campo já estavam mais exp...