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MEMÓRIAS DA INFÂNCIA NO DIA DOS AVÓS

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A parte materna da minha raiz: bisavó, avó e avô. Porque no tempo deles não era fácil tirar fotografias é difícil encontrar imagens de todos os avós.  Mas hoje, com fotos ou sem elas, lembro com carinho os meus avós e peço a Deus que os guarde no mais belo cantinho do céu.

A TRISTEZA DE VERÃO 😪

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Mal a natureza se refaz, chegam dois ou três dias de calor e começa o pesadelo dos incêndios. Tudo arde e voltamos ao mesmo. Por este andar, dia vamos para qualquer lado e só encontraremos um país em ruínas, não só pelos fogos, mas também pela desertificação e encerramento de muitas empresas, e isso é muito triste.

OLHAR O CÉU NOS 50 ANOS DO HOMEM NA LUA

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No Centro do Universo, se eu lá estivesse, este seria o cenário perfeito para nesta noite de efeméride abrir a janela e contemplar a beleza única da LUA. Quem sabe, talvez conseguisse vislumbrar Neil Armstrong, mas o mais provável era ver o homem com o molho de silvas às costas!😉

XISTO E TRILHOS PARA CONHECER

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Agora com poucas rosas,  mas onde há outros encantos para descobrir. Ladeiras e calçadas Escadarias rústicas Às vezes de plantas enfeitadas Outras de portões ornadas   Ruas estreitinhas e lajeadas  Ou diferentes empedrados Tudo para conhecer e trilhar

XISTO E TRILHOS

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XISTRILHOS 2019 Vai acontecer hoje, amanhã e domingo. AQUI!

XISTO, Trilhos e Sarilhos é por aqui...😉

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Aventure-se!

JARDIM EM FLOR

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Em Junho,  que belo jardim!  De frescas e viçosas, coroas de rei e rosas! E a espreitar lá no cantinho, ó que belo cravinho! Garboso, de rosa pintado,  um belo jarro!  Assim estava o jardim como que esperando por mim!  E eu devo esta beleza a uma vizinha e à sua gentileza.  Apesar das muitas escadas para aqui chegar as flores não deixa de vir regar. O meu grande bem-haja, à minha querida Pereirita. D.  Maria Pereira💗

FICAM AS MEMÓRIAS E RECORDAÇÕES

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A minha singela homenagem ao Ti Zé Brás O Ti Zé Brás, ainda meu familiar e vizinho quando eu era menina, deixou-nos para sempre, e perdemos um homem que no Sobral acompanhou várias gerações de sobralenses, viajantes ocasionais ou estudantes, que na camioneta de carreira por ele conduzida, rumavam do Sobral à Covilhã ou vice-versa. Houve, por isso, nestes dias, muita gente a recordar o acolhimento, paciência e simpatia com que o Ti Zé Brás da “carreira” fazia cada viagem e na qual punha todo o seu empenho e profissionalismo. Eu, confesso, pouco me lembro do tempo em que ele ainda morava com os pais na pequena casa cujo telhado de lousa "batia" então na "nossa" rua. Também não tenho imagens desse tempo da Giesteira onde somos vizinhos, e creio que terei viajado com ele apenas três vezes ou quatro vezes na década de 70. Com filhos pequenos a requerer toda a atenção, era o meu pai que com ele conversava toda a viagem, de que já era cliente assíduo nos dias da...

A RIBEIRA, CORAÇÃO DA ALDEIA

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E, por ser um coração a pulsar diariamente de crucial importância para, a par da guieira ne serra, manter a frescura que se deseja na aldeia, no Verão, merecia da parte de todos redobrada atenção e de modo especial nesta época do ano, porque o caudal diminui por falta de chuva mas também pela necessidade de fechar as comportas e reter a água para a piscina. A água que vem da serra  é fria, mas límpida e transparente. Por isso, este é um lugar onde apetece estar, molhar os pés e nadar, e contemplar os finais de tarde que nos oferecem estas belas imagens. A ribeira é, também:  "Um jardim de espécies a identificar. No curso da nossa ribeira estão espécies de há milhões de anos e algumas decerto raras."  Palavras do Prof. Dr. António do Santos Pereira, que aconselha a que se faça um projecto de identificação nesta área. Seria muito bom que houvesse vontade(s) para o concretizar!

PORTAS FECHADAS

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Desertas estão as ruas Há muitas portas fechadas Balcões e escadas nuas Folhas secas nas ramadas Fere-me o silêncio em redor Sinto medo de o quebrar Estala no peito grande dor Uma vontade louca de gritar Minha terra, meu amado chão Verte lágrimas de amargura Em longas noites de solidão E dias pejados de agrura Mais uma porta que se fecha Perde-se a raiz e a memória Abre-se no coração nova brecha Em breve, um povo sem história MM Julho 2019