OS MEUS CRAVOS
Há belos cravos encarnados Que pendem do meu jardim Achando-se mal-amados Não querem florir para mim. Como podia eu não gostar De cravos tão majestosos Que fazem virar o olhar De cobiça aos invejosos? Há quem os queira roubar E perfumado ramo oferecer Sonhando-os a inebriar Terno coração de mulher. Seja o cravo flor de amor De eternas juras e alegrias Na beleza de qualquer cor Perfume de liberdade os nossos dias. Mariita Abril 2026 "Poemas Incompletos"