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A mostrar mensagens de outubro 23, 2022

MUDA A HORA

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Último fim-de-semana de Outubro, a saga do costume, muda a hora!  Prós e contras, longos textos a dissertar sobre vantagens e desvantagens, mas fica tudo na mesma sem consenso que nos valha.  Também eu vou escrevendo aqui algumas coisitas, mas nada que possa fazer alguém mudar de opinião, porque eu própria só tenho dúvidas!  Porém, uma certeza tenho! Gosto da hora de Verão com os seus dias grande luminosos e, quando se muda para a hora de Inverno, até fico deprimida com aquela sensação de "faltar dia", pois as tardes são tão minúsculas que não dão para coisíssima nenhuma!  E, se a juntar a esse desperdício da tarde tivermos aquele desejo bom de estar mais um bocadinho na cama pela manhã, luxo de reformado... ou se estiver chuva ou nevoeiro, então é que os dias começam e acabam sem sequer terem nascido!  Bom, mas há esperança! O pior é mesmo até ao Natal! Daí em diante, como diz o ditado: "é um saltinho de pardal"!  Aguardemos com calma a chegada de Novembro...

LUME QUE AQUECE A ALMA

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Quando nos dias frios me sento a olhar o lume que crepita neste fogão, lembro-me sempre de como era outrora a nossa pequena casa, com o interior em escadas e "paredes" de madeira, os chamados frontais e onde o lume se acendia no último andar, em cima de uma laje, a chamada lareira, com as correntes de ferro presas num barrote do tecto, onde as panelas de ferro eram suspensas e se cozinhavam os feijões e se fazia o caldo, sustento nosso de cada dia. (…) Hoje, com a casa sem "frontais", a cozinha mudada para o andar de baixo, um fogão cuja chaminé passa no meio dos dois pequenos os quartos da casa, é quase aquecimento central, só é preciso lenha e alimentar a forna-lha, ter em cima a cafeteira para o chá e, sem dúvida, que este lume sempre me há-se aquecer a alma!

O VENTO ASSOBIA

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Em dias de ventania, como é hoje o caso, lembro-me sempre da imponência destas "torres" que são na verdade turbinas eólicas e do seu impacto na paisagem das serras, aldeias, vilas e cidades.  Precisam de vento, muito vento, para que as pás destes "moinhos de vento", como lhes chamo, girem a toda a velocidade. Já estive perto e fazem muito barulho, mas em dia de ventania nem quero imaginar! Porém, também pode acontecer que os sons - vento e turbinas - se "misturem" e a fauna das redondezas já se tenha habituado e não estranhe, o que duvido, principalmente as aves.   Li algures que as turbinas eólicas estão "maiores, melhores, mais baratas e eficientes e que a energia eólica é uma das fontes de energia limpa mais competitiva em todo o mundo, e necessária para limitar o aquecimento global". Quero acreditar que assim seja! E, não obstante o impacto paisagístico na natureza, contratempos na fauna e na flora - ainda por avaliar devidamente - que ao men...