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A mostrar mensagens de julho 31, 2022

MUSEU DA COVILHA ❤️

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Instalado num belíssimo edifício da autoria do arquiteto Ernesto Korrodi no princípio do século XX, foi inaugurado no dia 03 de Agosto de 2021, comemora hoje o seu 1º Aniversário, e merece bem os PARABÉNS! Em recente passagem pela "minha" bela cidade da Covilhã, não quis perder a ocasião de conhecer o Museu, e ficar a saber mais sobre as nossas origens: quem fomos e somos e para onde caminhamos. Para compreender o presente e olhar o futuro, é preciso conhecer o passado com as suas vivências, realidades, histórias e lendas e nada como um Museu para ficar a saber mais. Este Tesouro da Borralheira é muito interessante!  O sugestivo título desta imagem é hoje cada vez mais uma realidade. Mas também é importante discernir e não "estragar" a surpresa do muito que há para ver no Museu. E, por isso, limito esta apresentação a pouco mais de meia dúzia de imagens. O Museu encontra-se no centro da cidade, bem perto da Câmara Municipal, onde outrora funcionou o Banco Nacional, ...

O QUE FICA ❤️ E AQUI FAZ TANTO SENTIDO

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(...) "Saudade, saudade Tem tanto que trago comigo Foi sempre o meu porto de abrigo E agora nada faz sentido Perdi o meu melhor amigo E se não for demais Peço por sinais Resta uma só palavra Saudade, saudade" Letra da autoria de Maro. Festival da Eurovisão 2021

EM MEMÓRIA DE UM AMIGO ❤️

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DAVID DA SILVA FERREIRA O Ferrolho (o Ginjas) Um ano voou! E... DEPOIS DE TI, Em cada dia, a Ponte, Amanhece e anoitece vazia Sem nada que se conte. O relógio, no alto nada vigia… Sem corda parou… Talvez na hora derradeira Em que a tua mão poisou, O Ferrolho da porta acariciou E em lento movimento a encerrou. DEPOIS DE TI, Já não há desassossego, Nem vai e vem de passos, Noitadas, encontros, abraços. O tinir de garrafas e copos, o brinde… Com "chiripiti dos mortos”! Conversas em decibéis de 100, Divergências, impropérios E o maior dos mistérios... No Ginjas, tudo acabava bem! DEPOIS DE TI, Corre a fonte em melancolia, Por não sentir o teu saudar E a ribeira, companheira, Escorre em lento marulhar. Há profunda nostalgia, O silêncio dói, arrepia, Esmaga e morde a alma... Sufocando o meu grito De raiva por tanta calma! Subitamente o sino toca. Estremeço... Acordo deste triste lamentar. Olho paredes, janelas e rosas Tudo é tão familiar. Sinto aroma de cigarro Num sopro que o vento tra...