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A mostrar mensagens de agosto 1, 2021

Ó MEU AMIGO! 😓

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Ó meu amigo! Se um qualquer pássaro Negro de mau agoiro, Em voo rasante e ágil Me lembrasse que o destino É tão incerto e frágil… E que este era o dia Do encontro derradeiro, Logo aqui,  No “nosso canto”, O Barreiro! Ó Meu amigo! Se por uma palavra tua, De mágoa ou agrura, Entrecortada pelo fumo De mais um cigarro... Se num breve momento, O meu coração disparasse Em pressentimento Ou no triste desalento De que não mais  Voltaria a ver-te. Ó Meu amigo! Eu só quereria dizer-te  Que a amizade verdadeira  Não tem preço. Por ela te estava agradecida. E, por seres único, mítico, No Centro do Universo E, para sempre,  Na nossa vida! Em MEMÓRIA de  DAVID DA SILVA FERREIRA MM -  Agosto 2021

PARA TI, DAVID 😢

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Uma janela fechada Rosas que vão murchar A tristeza aqui entrada Tarde irá acabar. Nesta terra peregrino Sozinho quis viajar Na busca de outro destino Onde inquieto irá poisar. A vida saboreou No seu “Ferrolho” bar De amigos se rodeou E sonhou mais alcançar. Bafejado de talento Sempre pronto a inventar Foi traído pelo tempo Que lhe fechou o olhar. O coração já não bate Não há mais sopro de vida Mas deixa-nos a sua arte A herança mais querida. Descansa agora amigo meu Nos verdes prados do monte Livre chegarás ao céu Mas ficarás sempre na Ponte! Em memória de DAVID DA SILVA FERREIRA MM - Agosto 2021

O AMIGO (GINJAS) EM VOO PARA O INFINITO 😪

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Assim quero pensar! O David voou para o infinito ao encontro de uma liberdade onde o tempo não conta, ânsia de um espírito livre, inquieto, solitário e sofredor como era o seu, e que hoje fez ecoar o triste grito: o amigo David (Ginjas) deixou-nos! Mas como? Não, não... Isso não é possível! Mas é! Partiu naquela viagem sem mala nem bilhete de regresso e deixa-me o coração apertado pela perda, a solidão e a ausência definitiva. A Ponte, o Barreiro e uma aldeia inteira estão de luto! “Raisparta”, David, ainda não eram horas! Porque não te meteste no meio das mantas de fitas, tapaste muito bem a cabeça e recusaste tal viagem como fazias quando eras pequeno e te queríamos levar para o Vale das Vacas?   Afinal era o que fazias, e mesmo à custa de promessas de “cavalossa” às minhas costas ou da Lucinda eras difícil de convencer, pois reclamavas que tinhas sono, que a ladeira do Caratão era ruim de subir, que davas muitas “topadelas” nas pedras, que era muito longe… enfim… Agora é qu...