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A mostrar mensagens de dezembro 15, 2024

ÁRVORE QUE ENFEITA O NATAL

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Não resisto a publicar aqui, mais uma vez, a arvore mais bonita da minha região e de muitos locais por esse país fora, que não precisa de mais enfeites para ser a mais bela árvore de Natal do Universo! Apreciemos então, toda esta cor e exuberância dos medronheiros carregados de fruto e também de flor para a próxima época. 

NATAL, NATAL

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Já passou o dia 25... mas ainda é NATAL e será até ao Baptismo do Senhor! Este ano, estava profundamente triste, não me apeteceu escrever aqui... Também esteve quase a acontecer não haver as coroas natalícias na nossa casa do Sobral, mas em Novembro acabei por as deixar lá em homenagem a minha mãe que talvez do céu as veja. Aqui em casa enfeitou-se a árvore, o Presépio não faltou e em formato diferente como sempre, com vegetação vinda do Sobral, incluindo casca de pinheiro. Trouxe a Luz da Paz Belém, partilhada pelos escuteiros no domingo, 19 de Dezembro, na Capela de São Caetano e esteve acesa até ao dia 27! É simbólica esta luz mas sem dúvida muito especial. Alinhei algumas palavras em homenagem ao VERBO que se fez carne e habitou no meio de nós, um dia destes aparecerão por aqui.  Vieram mais Presépios, bonitos e originais para a minha colecção. Desses, na foto só estão três, e muito tenho a agradecer a quem teve a gentileza de enriquecer esta minha paixão.  No mundo, este ...

O CALOR HUMANO

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O calor humano é tão bom e tão importante que uma das imagens mais presentes na minha memória é o frio dos invernos gelados e agrestes da minha infância sem casas aquecidas, a não ser a pequena cozinha onde a lareira crepitava, depois era suportar o frio e procurar o colo quentinho da mãe ou ir para casa de uma família com muita gente em que era certo e sabido se estava muito melhor em qualquer uma das pequenas divisões das casinhas quase de "bonecas" características da minha aldeia. Depois, vêm-me  à memória a igreja. Sim, as igrejas que hoje conhecemos tão frias, porque vazias, outrora eram eram lugares onde se estava bem porque cheias de pessoas, e onde houver muita gente há calor humano que torna qualquer lugar muito mais acolhedor. É assim que me lembro de estar e não sentir grande frio era na igreja da minha aldeia apinhada de gente. Não era preciso lareira ou fogão a espalhar qualquer ar quente porque os bancos cheios de mulheres, homens e crianças desde a capela-mor a...